A Conferência Livre ODS, promovida pela Fenatema com apoio da FNU, contará com uma programação estruturada para incentivar a participação ativa e o diálogo entre os participantes ao longo de todo o dia.
O encontro, que será realizado de forma online, no dia 24 de abril de 2026, está organizado em etapas que combinam momentos de apresentação, debate e construção coletiva de propostas.
Abertura e contextualização
As atividades têm início às 8h, com a abertura da sala virtual. Já às 9h, acontece a abertura oficial, com boas-vindas, apresentação da proposta da conferência e contextualização do tema central: a relação entre salário mínimo e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Na sequência, às 9h20, será realizada a apresentação inicial, abordando o funcionamento da Conferência Livre ODS, sua importância, impactos políticos e sociais, além dos próximos passos para os participantes.
Debate e participação ativa
Após o intervalo para almoço, ao meio-dia, os trabalhos retornam às 13h30. Às 14h, tem início o debate aberto — um dos momentos mais importantes da programação.
Nesse espaço, os participantes poderão:
- Compartilhar experiências
- Apresentar propostas
- Refletir sobre temas como renda justa, direitos sociais e o papel das instituições
A proposta é garantir voz ativa aos participantes, fortalecendo o caráter democrático do encontro.
Construção de propostas e encerramento
A partir das 15h30, será realizada a etapa de construção coletiva, com definição de encaminhamentos e consolidação das ideias debatidas ao longo do dia. Essas contribuições poderão subsidiar discussões em instâncias mais amplas.
O encerramento está previsto para 16h30, com a leitura das conclusões, indicação dos próximos passos e agradecimentos.
Participação e impacto
A programação foi pensada para transformar o encontro em um espaço dinâmico e colaborativo, onde cada participante possa contribuir efetivamente para a construção de propostas alinhadas à Agenda 2030.
A Conferência Livre ODS reforça a importância da participação social como ferramenta essencial para conectar as demandas reais da população às políticas públicas, promovendo avanços em temas como trabalho digno, justiça social e sustentabilidade.